

Bom, minha história infelizmente acaba ai, porque eu não continuei ela até hoje kk. Mas eu to começando a fazer outra e quem sabe eu posto né. kiss.
Cap. VI
- Tu não vai sentar filha? – ela falou com toda ironia do universo.
- Relaxa, esto bem assim. – aaaa eu tava bem sim, morrendo de medo do que ia acontecer, tendo uma crise de mal de Parkinson, claro que eu estava bem.
Então o Bruno começou a falar do namoro pra ela, que ele queria continuar comigo só que com a permissão dela e blá blá blá. Minha mãe olhou pra mim, eu sorri de lado e ela falou.- É, eu dou a permissão pra vocês.. só que cuida bem da minha filha.
- Pode deixar.. e muito obrigada. – ele falou levantando do sofá e virando pra mim. – Agora tem que ver se voce aceita né amor?
- O que? Como assim Bruno?
Ele ajoelhou na minha frente, tirou uma caixinha de aliança do bolso, olhou no meu olho, pegou na minha mão e falou:- Tu quer namorar comigo Carla?
- A meu Deeeeus, é claro que eu quero meu amor.
Ele colou o anel no meu dedo, me abraçou e me beijou. Juro que naquele momento não existia pessoa mais feliz que eu.
Minha mãe foi pro quarto dela e eu e o Bruno ficamos lá na sala conversando. Eu tava super feliz, não tava nem acreditando ainda no que tinha acontecido e eu não parava de olhar para aquele anel.
Era umas 20:00 horas e o Bruno foi embora. Fui correndo pro quarto, peguei o celular e mandei uma mensagem pra Mari.
carla: adivinha quem ta namorando*-*
mariana: queeem? D:
carla: eeeeeeeu, lalalalalala KKKK.
vem aqui em casa que eu te conto, tchau.
mariana: to subindo, bj.
Não deu 2 minutos e ela já tava arrebentando minha campainha. Abri a porta, ela entrou correndo, sentou no sofá e ficou me olhando com um sorriso enorme.- Ei, ei, ei.. ta achando que minha casa é o que pra tu ir entrando desse jeito em ? – falei sentando do lado dela.
- Aaaah menina, cala boca e me fala logo como foi.
- Se decide querida, ou eu calo a boca ou eu falo né KKKKKKKK.
- Cara, vou te socar! Tu entendeu… agora faaaala.
Contei a historia toda pra ela, que ele pediu pra minha mãe e blá blá blá. A guria ficou mais feliz que eu mano. Começou a pular, gritar, tava quase dançando até o chão no meio da minha sala… eu em, menina perturbada.
Cap. V
- Mas que merda é essa mano? – o Bruno falou gritando igual louco.
- Essa guria lazarenta que ta querendo botar banca aqui. – eu falei me esperneando.
- Calma Cá, vamos sair daqui vai. – ele falou pegando na minha mão e me levando pra casa.Cheguei em casa, o Bruno me levou pro quarto e me colocou na cama. Eu dormi e ele foi pra sala.
Era 17:00 horas e eu acordei, arrumei meu cabelo e fui pra sala. O Bruno começou a me olhar de um jeito estranho.
Comecei a encarar ele, sentei no sofá da frente e falei:- E que foi Bruno? – falei meio brava.
- Eu que te pergunto Carla. O que foi aquilo com a Julia? – ele falou estressado, nunca vi ele daquele jeito, fiquei até assustada k.
- Qual é Bruno? A guria chega em mim, falando que tu é dela, que ela namorava contigo antes, que eu não posso ficar com você e tu quer que eu sorriu pra ela? Por favor mano, se fosse você no meu lugar, tu iria fazer até pior. – eu falei andando de um lado para o outro.
- Ela falou isso pra você?
- Falou, e quer saber? Eu não entendi nada.
- E não precisa… eu namorei a Julia sim, só que a muito tempo atrás. Faz uns dois anos que a gente terminou, mas ela nunca aceitou isso. Agora ela acha que se eu não fico com ela, eu não posso ficar com mais ninguém e eu já me cansei disso, já mandei ela parar, mas ela não entende. – ele levantou, pegou na minha mão, chegou perto de mim, me olhou e continuou falando. – mas eu não quero que tu ligue pra isso Cá. Poxa mano, eu já falei isso pra ti tantas vezes… que eu só amo você, que eu só quero você e mais ninguém meu amor. Não vamos estragar tudo isso por causa da Julia.Eu nem percebi e uma lagrima começou a escorrer do meu olho. Eu abracei ele bem forte e falei:
- Eu também te amo Bruno, demais… eu só tenho medo de te perder, já aconteceu isso comigo uma vez, não quero que aconteça de novo. – eu dizia enquanto começava a chorar mais.
Ele me olhou, enxugou minhas lágrimas, falou que eu não precisava chorar e nem ter medo porque eu nunca iria perder ele, que ele não iria me deixar por motivo algum.
Fala sério, que menina que não chora quando ouve o guri que tu ama te falando umas coisas dessas? Acho que nenhuma, é.
Abracei ele bem forte, parei de chorar, peguei na mão dele e levei ele pro meu quarto. Sentei na cama encostada na parede, ele sentou na minha frente e a gente começou a conversar.- Mor, tu já decidiu quando vai falar com a minha família sobre o namoro? – coloquei a cabeça pro lado e dei um sorriso fofo.
Ele riu e falou:
- É, eu já deicidi sim, mas eu não vou te falar. – ele pegou minha mão, deu um beijo nela e sorriu.
- Ah, que mancada amor ): - eu fiz um bico e abaixei a cabeça.
- E nem adianta me fazer essa carinha de dó, porque tu não vai me convencer. – ele pegou na minha cintura, me abraçou e me jogou na cama.. ele ficou la deitado em cima de mim e os dois começaram a rir. Ai ele começou a chegar mais perto, me beijou, começou a passar a mao na minha barriga, na cintura.. eu comecei a ficar meio assim, mais depois ele quietou, era um fogo passageiro k. Estavamos sozinhos, mor no clima k, quando eu ouço a porta da sala abrindo.. dei um pulo da cama e sai correndo pra ver quem era. Quando eu cheguei na sala, levei o maior susto:- Mãaaae? O que tu ta fazendo aqui?
- Eu sai mais cedo hoje amor, tava cansada. – ela falou deitando no sofá toda estirada.
- Ata.Sai correndo pro meu quarto, fechei a porta e me encostei nela pra ninguém entrar.
- Bruno do céu, minha mãe ta aqui. O que ela vai pensar se te ver saindo do meu quarto? Foge pela janela, vai vai vai 1 2.. – eu falei empurrando ele desesperada.
- Carla, relaxa. Eu vou lá falar com ela.. afinal eu não vou poder ficar aqui pra sempre.
- Você ta loco menino, ta perdendo amor a vida?Ele abriu a porta do quarto e foi pra sala. Eu sai correndo atrás dele, ele falou oi pra minha mãe, ela me olhou com cara de desconfiada, eu coloquei a mão na cabeça e virei de costas pra ela. Minha mãe sentou no sofá, o Bruno sentou do lado dela e eu fiquei de pé olhando para os dois.